Segunda aula de surrealismo
Da incrível Aquarela Brasileira:
Oh, abre a cortina do passado,
Tira a Mãe-preta do cerrado,
Bota o rei-congo no congado,
Brasil, Prá mim!
É botar o pé pra fora de casa e me vem a vontade de cantar essa música:
Oh, essas fontes murmurantes
Onde eu mato a minha sede,
E onde a lua vem brincar,
Oh, esse Brasil lindo e trigueiro
É o meu Brasil brasileiro,
Terra de samba e pandeiro,
Brasil,
Prá mim,
Prá mim,
Brasil!
Vivo num país de coqueiros que dão coco. Virge Maria.
